segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Guta ♥ Lucas

Maria Augusta Matta Machado e Lucas Penido casaram-se no final do ano passado, no restaurante Gomide, em Belo Horizonte.
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Um casamento mini (80 pessoas) com glamour maxi!
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Tudo registrado pelas lentes da talentosa Kika Antunes:
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Participar ou não, eis a questão.

Que é difícil convidar todas as pessoas para o casamento todo mundo sabe. A dúvida é o que fazer em relação aos não-convidados.
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Alguns preferem simplesmente "abafar o caso". Se não convidam alguém, preferem não comentar nada e, se possível, até evitar o encontro com tal pessoa.
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Segundo a etiqueta, deve-se enviar uma participação de casamento àqueles que não são tão próximos e não foram convidados.
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Apesar de um tanto quanto rara nos dias de hoje, a participação é defendida pela assessora de casamento, Monica Almeida:
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“Hoje em dia os casamentos tem sido cada vez mais íntimos, e muitas vezes restrito aos amigos dos noivos. Portanto, nada mais natural e educado do que os noivos e familiares, impossibilitados de convidar muita gente, participar as pessoas do ocorrido. Ninguém deve se sentir obrigado a convidar ninguém para o casamento, ao passo que também não se deve esconder o fato. Por isso acho que a participação é uma forma educada e formal de comunicar para conhecidos, principalmente dos pais dos noivos, que seus filhos se casaram. E ainda, é uma ótima opção nos casos de bodas que aconteceram fora do Brasil quando uma das partes é de outro país.
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Diz a regra que a participação deve ser escrita em um cartão menor que o convite e enviada sempre após o casamento (um ou dois dias depois), nunca antes. Costuma-se também oferecer a nova residência para visita, portanto, endereço e telefone devem ser incluídos.
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Quando os noivos participam:
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Maria e João da Silva

participam a união
celebrada no dia 6 de janeiro, de dois mil e dez
e oferecem sua nova residência
à Rua x, n. y, bairro e telefone.
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Quando os pais participam, não se coloca endereço e telefone dos noivos:
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Ana e Pedro Correa
Tereza e Manoel Silva

têm a honra de participar o casamento de seus filhos
Maria e João
celebrado no dia seis de janeiro de dois mil e seis.
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Ok. Mas a dúvida que persiste é: apesar de ser um gesto elegante, será que as pessoas estão abertas a receber participações sem se sentirem ofendidas? Será que, na intenção de serem educados (enviando a participação), os noivos correm o risco de passar por grosseiros? Será que os valores foram invertidos???
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Isso me veio à mente quando ouvi a seguinte história:
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Os pais de um amigo receberam uma carta do noivo (amigo do filho deles), explicando-lhes de maneira muito simpática e carinhosa que não fora possível convidá-los... Ao contrário do que o noivo esperava, os pais do amigo sentiram-se ofendidos com a carta. Disseram que, se eles fossem realmente queridos (como o noivo havia escrito), teriam sido convidados.
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Está certo que esta foi uma versão informal e antecipada de participação (e a etiqueta diz que a participação deve ser enviada sempre após o casamento, para que o "participado" não entenda como um pedido de presente)... mas a intenção me pareceu boa... ele não queria uma mensagem tão formal e queria dar uma justificativa... o noivo preferiu dizer algo ao invés de simplesmente ignorar os pais do amigo. Só que o tiro saiu pela culatra...
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Ai, que saia justa!
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Se você tem um parente que viu pouquíssimas vezes na vida, não tem a obrigação de convidá-lo. Mas será que os seus pais, por consideração, não gostariam de enviar uma participação após o casamento? Será que a participação não seria mais bem aceita?
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Esse gesto, que sempre foi considerado educado, atencioso e até mesmo uma demonstração de carinho, perdeu o sentido nos dias de hoje??
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Espero que não...
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domingo, 7 de fevereiro de 2010

Izzie & Alex Wedding

Essa cena já passou no Brasil? O You Tube me recomendou... e acertou que eu ia gostar!
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Para quem não assistiu ainda: prepare os lencinhos!!
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sábado, 6 de fevereiro de 2010

Post-it wedding

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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Isabel Becker

Como vocês sabem, na minha opinião, fotografia é o mais importante de tudo no casamento! E aproveito a semana dedicada ao Rio de Janeiro para apresentar (aos que ainda não conhecem...!) o trabalho da fotógrafa carioca, Isabel Becker.
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Isabel é, na verdade, especialista no making of. Mas seu making of não começa quando a noiva está sendo maquiada, começa muito antes, no café da manhã! Ou seja, a fotógrafa registra todos os momentos desse dia cheio de ansiedade+alegria+nervosismo+emoção... até o momento em que a noiva vai para a cerimônia.
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Todas as fotos são em preto & branco (Isabel diz que a cor nos contagia por si só, enquanto o preto & branco tem mais alma), em película e com iluminação de cinema. O resultado são fotos belíssimas, com ar de romantismo, de glamour de antigamente...!
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* Encantado com o trabalho de Isabel Becker , Manoel Carlos se inspirou nela para criar sua personagem Isabel Fernandes (com Viviane Pasmanter, lembram-se?), uma fotógrafa de casamento na novela Páginas da Vida. Uma bela homenagem!
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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Bossa Nova na cerimônia

Ok, ok, é clichê associar a Bossa Nova ao Rio de Janeiro... mas o que que eu posso fazer?
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Lembram-se do post sobre as músicas de casamento? Em um dos comentários, a Paola colocou o seu "playlist", todo de composições de Tom Jobim... Trilha sonora perfeita para casamentos em paisagens lindas como as que vimos!
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Padrinhos - Corcovado
Daminhas e pajens - Pela a luz dos olhos teus
Noiva - Só tinha de ser com você
Benção das alianças - Eu sei que vou te amar
Cumprimentos / Saída - Por toda a minha vida
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* A exceção foi a entrada do noivo, ao som de Docemente, da Luciana Souza, de quem ele era amigo.
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Alguém mais tem sugestões de Bossa Nova para as músicas da cerimônia?
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terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Lugares para se casar no Rio - III

Quando eu disse que eu imaginava que seria difícil escolher apenas um lugar para se casar, ainda não tinha idéia do quanto! :o
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1) Villa Riso
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Em São Conrado, um casarão colonial com um jardim com 6 palmeiras imperiais (5 delas plantadas pessoalmente por D. Pedro II), ao lado das quais pode-se fazer uma linda e elegate cerimônia ao ar livre.
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Contato: (21) 3322-1444
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2) Chácara das Laranjeiras
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Depois do Parque Lage, acho que a Chácara das Laranjeiras é o meu local preferido! Confesso que não conhecia o espaço até pesquisar para a lista... portanto, nunca estive lá. Mas estou en-can-ta-da com as fotos! (no site da Patricia Figueira tem mais!)
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Contato: (21) 2558-3885
Fotos: http://www.patriciafigueira.com.br/
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3) Espaço Franklin
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Só com esta fachada, o Espaço Franklin não precisaria de mais nada...! Mas não é que dentro ele ainda tem aquelas coluninhas de ferro (que eu adoro)?! O lugar tem capacidade para 1.300 pessoas e fica no Centro.
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Contato: (21) 3970-3000
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4) Museu Chácara do Céu
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Entre tantos museus no Rio, escolhi o Museu da Chácara do Céu, em Santa Teresa, por 2 motivos:
1) pode-se casar ao ar livre
2) por lá já se casou uma linda noiva Wanda Borges! (ainda que na ficção...rs)
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Contato: (55) 21 3970-1126
Fotos: 1. http://www.museuscastromaya.com.br/ / 2. e 3. site da novela Paraíso Tropical, Globo.com
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5) Restaurante Os Esquilos
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O restaurante Os Esquilos tem como cenário para casamentos menores nada menos que a belíssima vegetação natural da Floresta da Tijuca! A capacidade do local é de 120 pessoas na parte interna e 200, se tiver mesas na parte externa.
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Contato: (21) 2492-2197
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Eu poderia fazer mais alguns posts destes, na verdade, mas vou deixar para um outro momento... Agora, tudo o que tenho a dizer é que estou com depressão profunda por morar em São Paulo e que destination wedding para mim tem que ser no Rio!rs
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