Babies & Kids Casa & Decor 15 anos
de 29/09 a 01/10 de 2017 Casa Petra São Paulo

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Relato de um mini-it-wedding

Com exclusividade para o Bem-Casadas (estou me achando!), Ale Garattoni, do It Girls, preparou um textinho contando um pouco sobre o seu mini-it-wedding que pode ajudar as outras coleguinhas!
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Ale, muitas felicidades! E obrigada por dividir conosco a sua experiência! Isto não é narcisismo, é altruísmo!;)
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In love com os mini-weddings
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Faltando poucas semanas para o dia 26 de julho, provavelmente contagiada por tantas revistas de noiva – sou tão compulsiva com isso que no final eu já comprava até aquelas mais cafonas! -, eu cheguei a pensar se não deveria ter feito um casamento maior. É que a gente vê tantas opções lindas para festas grandes, pensa em tantas pessoas queridas que, por não serem exatamente íntimas, tiveram que ficar fora da lista… Mas agora, dois dias depois do que eu posso considerar uma noite de sonho, devo admitir que levanto a bandeira: os mini-weddings são os melhores! . Os motivos são simples: . 1- Você realmente consegue estar com todos os convidados. Bebi com um grupo, jantei com outro, comi bolo com outro… Todo mundo interagiu (até mesmo pessoas que supostamente nem teriam aquela afinidade previsível) com todo mundo, variando os grupinhos.
. 2- A energia foi a melhor possível. Em casamentos maiores, é inevitável ter penetras, ter pessoas que você sequer conhece, ter pessoas que nem mesmo gostam de você – mas que amam um bom agito! Fora isso, tem sempre aquele que, até por não ter elo nenhum com você, passa o tempo botando defeito na decoração, no vestido e na fitinha dos bem-casados. Posso até estar enganada, mas ali a energia era de que todos os quase 50 convidados jogavam no meu time! .
3- Nervoso (quase) zero: lógico que sempre dá aquele friozinho na barriga, lógico que nunca é como se você estivesse recebendo para um jantar normal, mas, estando entre pessoas tão queridas, é como se você se sentisse amparada, protegida e, por conseqüência, bem mais calma! .
4- Emoção máxima: já fui a muitos casamentos, mas confesso que nunca vi um nível de chororô tão alto! Talvez pelo clima íntimo, as pessoas se sentiram à vontade de deixar a emoção fluir com tudo. Chorei muito sim (como toda boa noiva emotiva), mas certamente teve muita gente me barrando nesse quesito! Hehehe E eu achei lindo! . Mas isso tudo foi só pra relatar mesmo as vantagens de se optar por esse tipo de festa. Agora vamos ao que interessa, a parte prática, o que não pode faltar para fazer um mini-wedding em grande estilo: . 1- Décor – como casei em um apartamento da minha família, a parte da decoração é fundamental para dar cara de casamento. Lógico que, se o orçamento estiver mais apertado, pode-se comprar umas flores e dar você mesma o seu toque. Mas podendo optar pelo serviço de profissionais, faça-o. Muitas vezes, eles vão usar menos flores do que você imaginaria necessário. E o resultado é magnífico: eles têm idéias diferentes e criativas de uma maneira que nem a Martha Stewart tinha me contado ainda! Por exemplo, eu ia colocar os bem-casados em um móvel antigo de madeira perto da porta (naquela arrumação “arquibancada” que a maioria das pessoas usa). Mas bastou que o profissional batesse o olho no tal móvel para sugerir que usássemos as gavetas para colocá-los. To sem foto pra explicar melhor, mas a idéia foi abrir levemente as duas gavetas, colocar cetim off-white dentro e cobrir tudinho com os bem-casados. O efeito era lindo, diferente e uma das provas de que decoradores não ganham a vida assim por acaso – ninguém da família jamais teria pensado nisso! . 2- Serviços – contrate um buffet que você, de preferência, já conheça e confie. Em uma festa pequena, o serviço vai aparecer ainda mais. Nesse quesito, entram a simpatia e eficiência dos garçons, o andamento de tudo etc. Em uma festa onde as bebidas são servidas por garçons (ou seja, não há aqueles bares ou ilhas onde as próprias pessoas podem pedir suas bebidas), é imprescindível que a equipe esteja atenta pra não deixar ninguém de copo vazio! . 3- Aposte no melhor – nem sempre o melhor é o mais caro (mas dificilmente será o mais barato!). Pode parecer frescura, mas em uma festa onde as pessoas não vão para encher a cara e dançar até o chão – às vezes sem se preocupar nem com o que estão bebendo na verdade -, é muito importante que você sirva as melhores bebidas, a melhor comida, os melhores doces. Acredite: quanto menor a festa, mais esses detalhes tendem a aparecer. Aproveite que as quantidades são infinitamente menores e invista no melhor dos melhores. Não é ostentar, é tratar com carinho aquelas poucas pessoas que são tão especiais pra você. . 4- A organização – super fui incorporando detalhes de casamentos maiores aos poucos. No começo, nem convite eu achava necessário, mas tem sempre alguém que te prova o contrário e depois faz todo sentido. Da mesma maneira, achei totalmente dispensável contratar uma cerimonialista – minha mãe foi a melhor possível nesse quesito! Mas, três dias antes da festa, reencontrei minha melhor amiga de faculdade – de quem eu estava afastada há dois anos. Ela não só aceitou estar no meu lado no dia D (como estávamos “brigadas”, ela não tinha sido convidada), como foi fundamental para orquestrar tudo. Explico: a Patty tem atualmente uma empresa de organização de eventos e, além disso, sempre foi expert em casamentos – do tipo que sabe todas as músicas de cor e salteado, conhece todos os rituais. Foi essa “anja” que me obrigou a fazer uma entrada formal – como era só civil, eu achava desnecessário -, a ter um buquê e a usar música de casamento nesses momentos da cerimônia. Eu achava tudo a maior frescura, mas hoje sou eternamente grata (jamais me perdoaria daqui alguns anos se eu não tivesse feito as coisas dessa forma). . 5- A música – acredita que até terça-feira eu não tinha um DJ nem banda nem nada?! Foi essa mesma amiga, a Patty, que enfartou ao saber e me fez lavagem cerebral pra mudar de idéia. Na minha cabeça seria apenas um jantar, não teria dança nem nada. Mas faz toda a diferença sim ter música de fundo. Eu adoraria ter uma banda – tipo piano e tal -, mas por questões de espaço físico o DJ super resolveu. Quem puder contratar música ao vivo, faça! Caso contrário, não dispense o DJ e as músicas 70’s de fundo – Barry, Sinatra etc… . Aqui os serviços que escolhi, que eu já tinha publicado no It tempos atrás: http://itgirls.com.br/?p=616
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por Ale Garattoni
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2 Comentários

  1. Marilia Levy 18 de março de 2010

    Nossa, perfeito!
    me deu muitas boas orientações esse post.
    o meu será um médio-wedding, mas zero pompa e circunstancia, apenas com estilo e elegância discreta como o da Alê. Bom, são os planos. rs

    Bjinhos, obrigada.

  2. Paula 18 de agosto de 2010

    Oi, Constance!

    Você está de parabéns pelo site maravilhoso.
    Queria fazer um casamento pequeno, mas o único lugar achado foi na Colombo. Vão 100 pessoas e queria fazer algo mais despojado e íntimo.
    É possível dispensar cerimonialista e contratar somente recepcionistas? Nào faria cortejo. Entraria direto com o noivo, se ele topar. O que acha?

    Bjs.

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