Quintessentially

5 de maio de 2011

Vocês já ouviram falar da Quintessentially? Tem saído na mídia porque é o maior grupo privê de serviços de luxo e lifestyle management do mundo, fundado em Londres há 10 anos, com associados do quilate de Madonna, Gwyneth Paltrow, Christopher Bailey e Colin Firth, e desde o ano passado atua no Brasil… A empresa tem uma proposta de conciergerie de luxo, ou seja, de cuidar de tudo o que você precisa – desde coisas corriqueiras que você não tem tempo de resolver no dia-a-dia a mimos exclusivos e sonhos de consumo. 24h por dia, 365 dias do ano, onde você estiver (quer dizer, dentro dos 60 países onde operam).

Enfim, o interessante, para nós aqui, é que o que a Quintessentially pode oferecer para os noivos e recém-casados!

Os noivos podem podem se beneficiar de vários serviços e descontos com as empresas parceiras do clube. Na parte de casamentos, por exemplo, a Quintessentially está fechando parcerias com os melhores fornecedores para que os noivos-associados tenham acesso a descontos e benefícios especiais, além do auxílio na organização, claro.

O braço “Travel” da empresa pode organizar uma lua-de-mel super exclusiva, com passagem, hospedagem, chauffeur, reservas nos restaurantes mais badalados que exigiriam mais de um ano de antecedência, ingresso para um show/concerto/ballet esgotado, conseguir private tour em um horário alternativo para que não tenha mais ninguém em um museu… E digamos que, já no destino da lua-de-mel, você se dá conta em cima da hora que esqueceu seu vestido longo para o concerto black-tie (estou imaginando uma lua-de-mel com glamour!rs). A Quintessentially consegue outro vestido independentemente do horário, se for o caso! Sem brincadeira, eles resolvem tudo (coisas até que o dinheiro sozinho não conseguiria)!

Para os recém-casados, a empresa oferece o serviço de organização da nova casa, fazendo a seleção de empregada, cuidando da instalação de TV a cabo, internet, etc, cotando arquiteto, cuidando da organização dos primeiros jantares, enfim, do que for preciso!

Tem a parte dos “sonhos” também, que aí é interessante para todo mundo, casados ou não: quer contratar o show de um rock star para tocar no jardim de casa? Quer desfilar no tapete vermelho do Oscar? Sonha em fazer um jantar romântico à luz de velas no Palácio de Versalhes? A Quintessentially consegue viabilizar tudo isso!

O número de associados por cidade é restrito para manter a exclusividade do serviço e para se tornar um associado, é preciso indicação de membros… Para os leitores do site interessados, a indicação vem de mim! É só entrar contato com a Fernanda Paronetto (fernanda.paronetto@quintessentially.com ou (11) 9951-9476) – e não precisa morar em SP para participar!

Os planos variam de  US$ 6.600 por ano (Dedicated Membership) a US$ 75.000 por ano (Global Membership) – mas apenas uma pessoa do casal precisa ser associado para que os dois se beneficiem! Alguns pais têm dado 0 membership para os noivos de presente de casamento e, sem dúvida nenhuma, é um super presente!!

* O site deles é em inglês, mas na página do facebook da empresa vocês encontram informações sobre os serviços em português.

Dimensionando a festa

26 de abril de 2010

Outro dia estava conversando com o chef de um famoso buffet de São Paulo e, em dado momento, ele me contou a história de um casamento que ele havia feito há alguns anos. A história resumida é mais ou menos assim:

O buffet foi contratado (contrato assinado!) para 250 pessoas. Quando estavam lá no casamento, na montagem, ouviram a cerimonialista comentar que haviam sido convidadas 500 pessoas. Resultado? Não havia pontos de buffet suficientes na festa, formando fila quilométrica em cada um deles. O garçom ia com a bandeja e voltava em 5 segundos com a mesma vazia, pois como não havia pessoas suficientes para servir, os garçons eram “atacados”.  As bebidas, claro, também acabaram super rápido. Para piorar esse cenário do inferno, o casamento aconteceu no sítio da família, no interior de São Paulo, afastado de tudo e de todos! O supermercado mais próximo estava a apenas 1 hora de distância.

Independentemente do motivo que levou a família em questão a “esconder” 250 convidados, quis contar a história (um exemplo extremo) para que vocês pudessem ter uma idéia do caos que fica um casamento que não está verdadeiramente dimensionado para o número certo de convidados. Quantos problemas de “infra-estrutura” se causa por não querer pagar esquecer de avisar o acréscimo de convidados.

Seguindo a lógica de que “o combinado não sai caro”, hoje, a maioria dos buffets têm uma cláusula no contrato em que você paga muito mais se aparecem não sei quantos extras além do que havia sido previamente combinado. É compreensível, pois eles não podem correr o risco de prestar um serviço ruim e queimar sua imagem. (é claro que eles sempre trabalham com uma margem… mas não é para atender o dobro…rs)

O mesmo vale para o espaço. Respeite o limite de capacidade do lugar. Não é à toa que existe um limite. Se o espaço diz que cabem até X pessoas, acredite, com X+100 não vai ser legal! As pessoas ficarão espremidas, não haverá lugar suficiente para sentar (nem para circular…!), fila nos toilettes, ar-condicionado insuficiente… convidados não gostam de se sentir uma sardinha na lata.

Sei que são tantos custos envolvidos que, vendo a lista de convidados crescer (e parece que ela sempre cresce!) e temendo gastos extras, alguns chegam a pensar “ah, dá-se um jeitinho!”. Mas o jeitinho nem sempre funciona… E os maiores prejudicados podem ser os noivos.

Como a lista de convidados é a parte mais delicada e difícil do planejamento (e já falamos das saias-justas envolvidas), façam-na o quanto antes! Porque, exceto pela data, todas as outras decisões deverão ser baseadas nela.

Participar ou não, eis a questão.

8 de fevereiro de 2010

Que é difícil convidar todas as pessoas para o casamento todo mundo sabe. A dúvida é o que fazer em relação aos não-convidados.
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Alguns preferem simplesmente “abafar o caso”. Se não convidam alguém, preferem não comentar nada e, se possível, até evitar o encontro com tal pessoa.
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Segundo a etiqueta, deve-se enviar uma participação de casamento àqueles que não são tão próximos e não foram convidados.
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Apesar de um tanto quanto rara nos dias de hoje, a participação é defendida pela assessora de casamento, Monica Almeida:
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“Hoje em dia os casamentos tem sido cada vez mais íntimos, e muitas vezes restrito aos amigos dos noivos. Portanto, nada mais natural e educado do que os noivos e familiares, impossibilitados de convidar muita gente, participar as pessoas do ocorrido. Ninguém deve se sentir obrigado a convidar ninguém para o casamento, ao passo que também não se deve esconder o fato. Por isso acho que a participação é uma forma educada e formal de comunicar para conhecidos, principalmente dos pais dos noivos, que seus filhos se casaram. E ainda, é uma ótima opção nos casos de bodas que aconteceram fora do Brasil quando uma das partes é de outro país.
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Diz a regra que a participação deve ser escrita em um cartão menor que o convite e enviada sempre após o casamento (um ou dois dias depois), nunca antes. Costuma-se também oferecer a nova residência para visita, portanto, endereço e telefone devem ser incluídos.
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Quando os noivos participam:
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Maria e João da Silva

participam a união
celebrada no dia 6 de janeiro, de dois mil e dez
e oferecem sua nova residência
à Rua x, n. y, bairro e telefone.
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Quando os pais participam, não se coloca endereço e telefone dos noivos:
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Ana e Pedro Correa
Tereza e Manoel Silva

têm a honra de participar o casamento de seus filhos
Maria e João
celebrado no dia seis de janeiro de dois mil e seis.
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Ok. Mas a dúvida que persiste é: apesar de ser um gesto elegante, será que as pessoas estão abertas a receber participações sem se sentirem ofendidas? Será que, na intenção de serem educados (enviando a participação), os noivos correm o risco de passar por grosseiros? Será que os valores foram invertidos???
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Isso me veio à mente quando ouvi a seguinte história:
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Os pais de um amigo receberam uma carta do noivo (amigo do filho deles), explicando-lhes de maneira muito simpática e carinhosa que não fora possível convidá-los… Ao contrário do que o noivo esperava, os pais do amigo sentiram-se ofendidos com a carta. Disseram que, se eles fossem realmente queridos (como o noivo havia escrito), teriam sido convidados.
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Está certo que esta foi uma versão informal e antecipada de participação (e a etiqueta diz que a participação deve ser enviada sempre após o casamento, para que o “participado” não entenda como um pedido de presente)… mas a intenção me pareceu boa… ele não queria uma mensagem tão formal e queria dar uma justificativa… o noivo preferiu dizer algo ao invés de simplesmente ignorar os pais do amigo. Só que o tiro saiu pela culatra…
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Ai, que saia justa!
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Se você tem um parente que viu pouquíssimas vezes na vida, não tem a obrigação de convidá-lo. Mas será que os seus pais, por consideração, não gostariam de enviar uma participação após o casamento? Será que a participação não seria mais bem aceita?
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Esse gesto, que sempre foi considerado educado, atencioso e até mesmo uma demonstração de carinho, perdeu o sentido nos dias de hoje??
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Espero que não…
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