Destinos de mel

3 de agosto de 2010

Procurando um destino legal para começar com o pé direito o casamento? Achar um hotel charmoso e digno da lua de mel pode ser um tanto difícil, afinal são tantas opções! Uma dica pra começar a busca é o site Mr & Mrs Smith. Uma coletânea de hotéis boutique e de luxo no mundo inteiro. Cada destino de cair o queixo. Vale o clique! (nem que seja só para sonhar…rs)

Por: Bella Cabral

{Mariage en Provence} : Lua-de-Mel

18 de setembro de 2009

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A Provence é um destino muito procurado para a lua-de-mel. Para explicar um pouco mais sobre a região e dar algumas dicas, tivemos a presença de Maria Helena Berenguer, representante oficial da Provence no Brasil e diretora da agência de viagens Nob Hill.
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Por que a Provence? Há uma mistura interessante de natureza, história (uma herança romana incrível!), gastronomia, cultura e charme que tornam a região única. Cada cidade (são várias – algumas maiores outras, bem pequenininhas) tem suas particularidades e o gostoso é poder descobri-las, uma a uma.
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Algumas das cidades: Marseille (é a capital da região, além de ser a mais antiga cidade da França), Aix-en-Provence (a cidade das 40 fontes), Arles (a capital romana da Provence, onde acontece um festival de fotografia super importante todos os anos), Avignon (a cidade dos Papas), Fontaine de Vaucluse (onde nasce o rio Sorgue, no fundo de uma caverna), Gordes (a cidadezinha do filme Um Ano Bom, com Marion Cotillard e Russell Crowe), Les Baux-de-Provence (pequena e pitoresca, no topo de um morro de bauxita, à 245m, só pode ser visitada a pé), Saint-Rémy-de-Provence (onde Van Gogh pintou A Noite Estrelada), entre outras…
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Quando ir? O clima da região é agradável o ano inteiro… mas Maria Helena aconselha os meses de maio-junho e fim de agosto-setembro. Julho, que é o mês da florada da lavanda, e agosto são os meses de férias do hemisfério norte, então, Maria Helena diz que ir para lá nessa época é como ir para o Guarujá em janeiro e Campos em julho (ui!rs).
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Quanto tempo ficar? Ao menos 4 dias.
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Como chegar? TGV (trem de alta velocidade, Paris-Marseille em 3h) ou avião.
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E o que mais? Maria Helena aconselha que se alugue um carro para poder descobrir as cidades. Ela diz que o melhor é se fixar em 2 hotéis e, partindo deles, fazer as excursões (trocar muito de hotel é mais cansativo). Um programa imperdível são as feiras de alimentos que acontecem uma vez por semana nas cidades. Em alguns locais, é possível até fazer uma aula de culinária por 1 dia, que inclui a compra dos alimentos na feira para a preparação dos pratos. Além dos cursos de culinária, há também a possibilidade de se fazer desgustações – tanto de vinho quanto de azeites.

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Onde ficar? Maria Helena sugeriu 3 hotéis (Les Ateliers de L’Image, Château de Berne, Hotel du Poète):

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Contato da Maria Helena? http://www.nobhill.com.br/ , (11)3165-6222!

Azul & Branco – versão paraíso

26 de novembro de 2008

Estendendo esta combinação de cores até depois do casamento!
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E mesmo acresentando um pouquinho de rosa, continua perfeito!
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Fotos: 1. Santorini; 2. e 7. Hotel Aigialos; 3.,4. e 5. Hotel Astarte; 6. Hotel Saint John

Aachen

21 de setembro de 2008

Continuando o tour
Foram poucos dias em Aachen, mas suficientes para re-constatar a beleza da cidade. Como minhas viagens para lá muitas vezes se concentram nos eventos familiares (vovó, tios, primos) e no studio da minha tia, a cidade mesmo freqüentemente passa um pouco despercebida…
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Informações gerais: na fronteira com a Bélgica e com a Holanda (é legal porque às vezes jantamos em Maastricht ou fazemos compras em Vaals), a 40 minutos de Colônia e, o mais importante, a 3 horas de Paris (de TGV, direto!).
Aachen foi escolhida como a capital do Império Sacro Românico-Germânico por Carlos Magno (estamos falando de final do século VIII, se não me engano), que está enterrado na catedral da cidade. Da Idade Média, além da belíssima catedral, restam ainda a prefeitura, os antigos portões da cidade, a Grashaus, entre outros. Quando eu era mais nova, minha avó morava em um burgo medieval transformado em prédio residencial e eu acha o máximo!rs
Não entendo muito de arquitetura, mas a minha impressão é de que a cidade tem uma grande diversidade arquitetônica. Ou, no mínimo, não é uma cidade arquitetonicamente monótona, com casas todas iguais, nos mesmos tons, etc. Lá, tem preciosidades como o Elisabethhalle (piscina pública – Aachen é uma cidade de águas termais) em art nouveau alemão, o teatro e a universidade do século XIX, prédios do Bauhaus (Mies van der Rohe nasceu em Aachen!), outros moderníssimos. Chama a atenção também o número de igrejas (deve ser algo como uma a cada 2 quarteirões), algumas em estilo barroco da região.
Outra coisa que considero especial são as fontes e esculturas espalhadas pelo centro. As minhas preferidas são a Puppenbrunnen (de bonecos articulados que podemos mexer) e a menina com Printen na mão (Printen é uma especialidade local, espécie de pão de mel, e o souvenir típico).
Não sei mais o que contar sobre a cidade… então, vamos às fotos:
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Aachener Dom (catedral):
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Rathaus (prefeitura), de frente, de “costas” e detalhe do Postwagen:
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Ponttor (um dos antigos portões da cidade):
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Koerbergasse (uma rua do centro):
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Da esquerda para a direita – Muensterplatz, casa de 1899 e casa em art nouveau alemão:
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Boulevard típico:
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Carolus Thermen:
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Fachada do Elisabethhalle:
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Mais uma fachada em art nouveau:
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Puppenbrunnen (fonte dos bonecos articulados):
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Fotos: Wikimedia
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Aos interessados, o melhor hotel da cidade é o Quellenhof.

Corse, l'Île de Beauté

17 de setembro de 2008

Uma semana de dolce far niente! Ou quase isso…
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Saimos de Bonifacio. A cidade mesmo fica no topo na montanha (ou da falésia de calcário) e, para chegar até lá, dá-lhe pernas!

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Depois, passamos os dias a bordo de um lindo veleiro, fazendo um mini-tour pelas praias do sul da Córsega. De acordo com o Times londrino, 3 das melhores praias da Europa encontram-se na ilha. Mas o melhor da Córsega, a meu ver, não é apenas a sua beleza natural, mas o fato de ela ainda não ter se rendido à vulgaridade, como St-Tropez e a Sardenha.

{Não tenho mais fotos de praia, porque não pretendo expor ninguém em trajes de banho. Mas com estas já é possível ter uma idéia da transparência da água (dá para ver o fundo do mar com nitidez até lá onde o veleiro está ancorado – na segunda foto) e da força do azul!}
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A chegada foi em Porto Vecchio. Comparando com Bonifacio, Porto Vecchio é mais viva. Muitas lojas (bons achados!), restaurantes e cafés.

{Graciosidade em meio às eras. Bem como a mamãe gosta!rs}

Para hotéis, favor entrar em contato com as agências de turismo.