Izabella Cabral’s in tha house!

24 de março de 2010

É com o maior prazer que apresento a vocês Izabella Cabral, “colaboradora-oficial” do site!

Bellinha, que mora no meu coração há muito tempo (e tenho certeza de que logo morará no de vocês também!), já colaborava informalmente para o site, sempre indicando coisas lindas que ela achava por suas andanças na internet. Mas agora a freqüência será maior e com assinatura dela! De quebra, Bellinha criou, especialmente para nós, 2 convites de chá-de-cozinha que vocês podem fazer download e usar como quiserem. (em Goodies)

Bella, como boa diretora de arte que é, tem o olhar treinado para o belo e  divide seus achados conosco no blog Set Design Thinking (cheio de idéias de decoração, aliás!). Ela já trabalhou em (importantes!) agências em São Paulo, NY e Berlin e cá está mais uma vez… Para que a conheçam um pouquinho melhor, uma listinha dos eleitos dela:

Welcome, dear! :)

Bate-papo com Aparecida Helena e Lucia Milan

10 de fevereiro de 2010

Elas são mãe e filha e dividem uma mesma paixão: flores. E o amor que Aparecida Helena e Lucia têm por seu trabalho fica evidente em cada bouquet de noiva, em cada arranjo. Não é à toa que seus nomes são referência em decoração floral…! QUERIDÍSSIMAS e super atenciosas, ambas deixaram de lado por um minutinho suas flores e o livro que estão fazendo para responderem esta pequena entrevista:
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..Aparecida Helena
Como vocês definem o estilo Aparecida Helena Leme & Lucia Milan?
Apesar de buscarmos o estilo dos noivos e/ou do decorador, somos românticas incuráveis e gostamos de fazer arranjos ricos e variados.
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Existe alguma tendência em bouquets no momento? E algo que esteja um pouco démodé?
A tendência parece voltar para bouquets desestruturados mais soltos com flores delicadas como se fossem apanhadas recentemente, mas elegantemente arranjadas. Os bouquets clássicos nunca saem de moda e démodé seria algo exagerado ou que não foi escolhido pessoalmente pela noiva.
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A flor de laranjeira continua sendo um clássico em bouquets?
Sim, sozinha e misturada com outras flores ficam divinas, o cheiro é incomparável e a florada começa no final de junho aproximadamente.
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Vemos muitas referências estrangeiras (em revistas, sites internacionais e inclusive neste aqui, confesso) e, como a Lucia já comentou comigo, algumas noivas ficam querendo flores que muitas vezes não são disponíveis no Brasil ou que são difíceis de serem “garantidas”. Quais são as flores que vocês não recomendam? E quais flores nacionais vocês mais gostam de usar em bouquets?
Existem muitas flores usadas lá fora que não temos aqui e outras que realmente não fazem muito parte da nossa cultura, as tulipas são um bom exemplo, pois não resistem muito bem ao calor e devem ser muito bem preparadas para uso em bouquets, assim como o muguet (ou lilly of the valey) que tem um alto custo. Apesar do gosto da noiva prevalecer, adoramos usar várias qualidades de rosas nacionais e importadas mescladas com flores delicadas de cada estação como Philadelphia, Ervilha de Cheiro, Didisca, Evereste e outras…
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Que flores combinam com um décor bem de verão? Que flores combinam com um décor bem de inverno? (estou pensando em noivas que se casam no inverno do Rio Grande do Sul, porque aqui em SP nem faz tanto frio…rsrs)
Para o verão as tropicais como orquídeas, alpineas com mix de folhagens e texturas naturais são perfeitas e a “cara do Brasil”. Para o inverno é chic apostar nos tons de vinhos, ferrugens e cores quentes onde se pode ter uma linda gama de flores como as hortências mais queimadas (maravilhosas), rosas, cravos, dálias e girassóis assim como uma gama de folhagens galhos e sementes.
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Flores dão vida à casa. Você tem alguma dica (de flores que têm um custo x benefício legal ou que não requerem muita manutenção ou qualquer dica) para as recém-casadas deixarem suas casas sempre floridas?
As orquídeas brancas batem todos os recordes de durabilidade e manutenção… embora, como floristas, nossa sugestão seriam dois maços de rosas de boa qualidade usadas em copinhos por toda casa, são tudo de bom e duram trocando a água até 6 dias.
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O trabalho de Aparecida Helena Leme & Lucia Milan já apareceu no blog antes (aqui, aqui e aqui), mas não resisti à tentação de colocar mais algumas fotinhos…
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Créditos das imagens:
(As flores são, obviamente, sempre de Aparecida Helena & Lucia Milan)
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1. casamento Fundação Oscar Americano: décor Bossa Nova, fotos Demian Golovaty
2. casamento Ilha Bela (amarelo & lilás): décor Marcelo Bacchin
3. casamento Estação Julio Prestes (rosa e azul): décor Marcelo Bacchin
4. casamento Fasano (rosa): décor Marcelo Bacchin, fotos Demian Golovaty
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Bate-papo com Carolina Mellone Etlin

13 de outubro de 2009

Carolina Mellone Etlin é uma super advogada, sócia do escritório Bragaglia, Mellone Etlin e Assumpção Advogados Associados, autora do livro Meus Pais Estão Se Separando… E Eu Com Isso? e está prestes a lançar seu segundo livro, desta vez, com dicas para os pais. Pedi à Carolina que respondesse uma entrevisitinha, porque, apesar de trabalhar (entre outras coisas) com divórcios, Carolina torce pelo casamento e acredita no amor! Seguem as perguntas e respostas:

Quando se casam, as pessoas esperam ser felizes para sempre. Mas, infelizmente, divórcios acontecem… O que você aconselha, como advogada, aos noivos antes do casamento?
O melhor conselho que posso dar é o seguinte: depois da festa é que a vida a dois começa de verdade, então para evitar sobressaltos, sustos, arrependimentos e surpresas desagradáveis, conversem sobre tudo antes de casar, tudo mesmo, todos os fantasmas devem ser eliminados antes do casamento, se você tem alguma coisa escondida, se sente vergonha de algo que fez, fale agora, se tem algo “feio” a contar de seu passado, conte agora, se tem alguma dúvida de como será a vida financeira do casal depois do casório, quem vai pagar o que, sentem, discutam, e decidam antes do casamento. Se ele (ela) desistir do casamento por causa dessas coisa, não era mesmo pra casar: casamento é um acordo, uma vontade de “looooooongo prazo”, se as coisas não conseguem ser ditas e resolvidas agora, mais tarde será pior.
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É comum acordos pré-nupciais causarem saia-justa ou desconforto para uma das partes? (como a gente vê nos filmes americanos, que as mulheres se sentem ofendidas)
A forma correta e jurídica de chamá-los é ‘pacto antenupcial’, mas usamos a expressão ‘acordo pré-nupcial’ influenciados pela cultura americana. E também porque quando falamos ‘ante’, algumas pessoas entendem como ‘anti’, ou seja, que seria ‘contra’ o casamento, mas na verdade é ‘ante’, de ‘anteriormente’. A celebração do pacto não deveria causar saia-justa ou desconforto, mas pessoas, na maioria mulheres, na prática se sentem mesmo um pouco constrangidas, principalmente quando o assunto é abordado pelos noivos, e sempre no sentido de estabelecerem o regime da separação total de bens.
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Um amigo estava me falando que criou uma empresa com a esposa para que todos os bens adquiridos durante o casamento fossem da empresa. Assim, se alguma coisa acontecesse com um ou com outro, não haveria necessidade daquela burocracia de inventário e herança, o outro ficaria com tudo automaticamente porque é uma sociedade empresarial – e o mesmo valeria para os filhos, caso alguma coisa acontecesse com os pais. Poderia explicar como isso funciona? Em caso de separação, facilitaria a divisão dos bens?
O que seu amigo fez foi uma ‘holding’ familiar. Isso é muito usado por casais que possuem um patrimônio muito grande, a fim de evitar, em caso de morte, a abertura e processamento de um inventário (quando se pagará 4% de todo o patrimônio do falecido à título de imposto causa mortis, o chamado imposto sobre a herança). Quando o patrimônio é pequeno esse tipo de empresa não vale a pena pois o imposto para manejar o patrimônio entre vivos é maior, além de o novo Código Civil ter proibido a constituição de empresas cujos sócios seriam apenas o marido e a mulher. Em caso de separação a divisão dessas quotas sociais obedecerá o regime de bens escolhido pelo casal.
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Apesar de mediar tantos divórcios, você é muito bem-casada! Tem algum conselho/dica para as futuras esposas?
Errar é humano, e perdoar também. Meu avô me ensinou que não se deve ‘somar’, ou seja, ficar jogando na cara “eu fiz isso, isso, isso, e você não fez nada”, ou ao contrário, “você fez isso, isso, isso, e mais aquilo”, deve-se terminar o dia com tudo as claras, resolvido, e voltar pra casa com aquela alegria de ‘cachorro’, ou seja, com o ‘rabo abanando’!!!

{Ela nem deve se lembrar, faz muuuito tempo, uns 12 anos… Estávamos almoçando e havia um casal na mesa que não párava de se alfinetar. Então, a Carolina me falou uma coisa que tomei como um bom conselho para o futuro. Ela disse: “Nunca faça brincadeirinhas/piadas apontando os ‘defeitos’ ou reclamando do seu namorado na frente dos outros.” Parece óbvio, né, mas às vezes acho que as pessoas não se dão conta de quão desrespeitoso isso é com o companheiro e constrangedor para os que estão à volta… mesmo sendo em “tom de piada”…}
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E segundo a Carolina, as causas das separações são quase sempre as mesmas. Ela conta aqui quais são elas:
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- Homens reclamam de:
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. falta de sexo;
. falta de apoio e interesse da mulher por seu trabalho;
. falta de vida própria com amigos, familiares;
. mau-humor de mulher chata;
. mulher que se larga, engorda, vira um “trubufu”;
. mulher que vira mãe, e esquece que era a mulher;
. mulher que exige a participação do homem nos afazeres domésticos, que fique acordado durante a amamentação, troque cocô, essas coisas;
. mau-humor.
(*gente, essas são as palavras deles, hein! Não são palavras/idéias/opiniões da Carolina!)
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- Mulheres reclamam de:
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. serem jogadas para segundo plano, depois do trabalho;
. falta de carinho;
. falta de diálogo;
. opressão sexual e financeira;
. homem que viaja demais;
. homem que não se lembra das datas importantes;
. homem que não percebe suas necessidades e carências;
. agressão verbal e física;
. falta de companheirismo.

Foto: jornal Estado de São Paulo

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Bate-papo com D. Conceição

23 de setembro de 2009

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Quem não conhece a D.Conceição? Ela faz o bem casados mais famosos do Brasil! E a cada vez que vou ao seu escritório, fico mais encantada! Tudo sempre lindo e super organizado… só a gaveta de fitas já faz meus olhos brilharem!rs D. Conceição, super querida, aceitou responder algumas perguntinhas para o site. Desculpem-me pelo trocadilho, mas ela é um doce! ;)
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D. Conceição, antigamente, a senhora fazia torta de nozes e outros doces deliciosos. Por que resolveu se concentrar apenas nos bem casados?
Chegou uma hora que tive que tomar essa decisão, pois a minha produção de bem casados começou a ocupar quase todo meu espaço e também meu tempo. Não foi uma decisão fácil, pois adorava fazer todos os doces. O bem casado é um doce muito delicado, muito trabalhoso. Acreditava que para dar a devida atenção no seu preparo, o certo seria me dedicar exclusivamente a eles. Acho que apesar das broncas das minhas clientes, que ficaram órfãs dos outros doces que eu fazia, tomei a decisão certa.
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De onde veio a tradição desse docinho que hoje não pode faltar nos casamentos?
Muita se especula sobre a origem e a tradição dos bem casados, mas a verdade é que é nunca se chegou a um consenso. A que mais nos parece verdadeira em nossas pesquisas é que antigamente, antes de existirem os bem casados, os noivos cortavam um pedaço do bolo da festa para os convidados levarem como uma lembrança. Pode-se imaginar o trabalho de cortar um pedaço de bolo, de embrulhar, etc. O bem casado nasceu como uma evolução dessa tradição, como uma forma de compartilhar com os convidados este momento especial e de uma forma muito mais pratica, pois ele simboliza esse pedaço de bolo, só que já pronto para ser levado.
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Qual é a quantidade de bem casados por convidado que a senhora sugere?
Sugerimos o mínimo de 3 bem casados, pois além de serem comidos na própria festa, são levados para casa.
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Os bem casados têm papel importante na decoração também. Existe alguma tendência de embalagem no momento?
Não existe uma tendência definida. Cada noiva tem um projeto diferente e na grande maioria das vezes, elas não seguem uma tendência, e sim gostos pessoais, atemporais. Porém, algumas noivas mais ligadas com o mundo da moda, na hora de desenvolver conosco suas embalagens pedem sim as cores que estão sendo mais usadas.

E, na sua opinião, o que é ser “bem casado”?
É estar feliz ao lado da pessoa que se ama. É ter uma companhia que se possa dividir todos os momentos da vida, sejam esses bons ou ruins. É ter cumplicidade e acima de tudo, muito respeito.

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Bate-papo com Marina Dias

4 de agosto de 2009

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Marina Dias é produtora de eventos, sócia da Eventotheca e, na hora de organizar o seu próprio casamento, teve que fazer tudo à distância! O civil foi no Brasil, mas a festa mesmo foi lá em Portugal, terra do noivo. Aproveitando que a Maíra Preto ia até lá filmar o casório, pensamos em gravar uma entrevistinha com ela, para que nos contasse como estavam sendo esses preparativos:
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entrevista: Marina Dias from fabiopc on Vimeo.

Vídeo Maíra Preto, fotos Emilia Ferraz e vestidos Wanda Borges.

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